Nossos Projetos

Posto de Coleta de Leite Humano

Esse projeto tem como objetivo estruturar o Posto de Coleta dos Hospitais: Hospital São Paulo (HSP), Hospital Estadual de Diadema (HED), Hospital Geral de Pirajussara (HGP), Hospital Municipal Vereador José Storopoli (HMVJS).

Posto de Coleta de Leite Humano

Esse projeto tem como objetivo estruturar o Posto de Coleta dos Hospitais: Hospital São Paulo (HSP), Hospital Estadual de Diadema (HED), Hospital Geral de Pirajussara (HGP), Hospital Municipal Vereador José Storopoli (HMVJS).

Qual a importância de estruturar os Postos de Coleta de Leite nessas unidades?

Nos casos de internação do recém-nascido em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal ou Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal o risco do desmame precoce é grande. Nesses casos, o Posto de Coleta de Leite Humano tem papel crucial para manutenção da lactação e promoção do aleitamento materno.

Que benefícios o aleitamento materno oferece?

O aleitamento materno promove a redução da mortalidade infantil, da morbimortalidade por doença respiratória e diarreia, das alergias, da obesidade e de doenças crônicas (ex. diabetes tipo I e II, hipertensão arterial, hipercolesterolemia). No caso de recém-nascidos prematuros de muito baixo peso também existem muitas vantagens de curto e longo prazo em alimentá-los com leite humano. Os benefícios do leite humano estão relacionados à melhora na defesa imunológica, na digestão e absorção de nutrientes, na função gastrintestinal, no desenvolvimento mental, além da promoção do bem-estar psicológico materno.

O leite humano melhora a tolerância alimentar e diminui a necessidade de nutrição parenteral.

Além disso, prematuros alimentados com leite humano têm menor risco de sepse, de enterocolite necrosante, de retinopatia da prematuridade grave, menor número de re-hospitalizações no primeiro ano de vida e maiores escores de neurodesenvolvimento. Na adolescência, os prematuros alimentados com leite humano têm menor frequência de síndrome metabólica, menor pressão arterial, menores níveis de lipoproteínas de baixa densidade e menos resistência a insulina.

Por esse motivo, o melhor alimento para o prematuro que é o leite cru da própria mãe.

Qual público poderá ser atendido com este projeto?

Orientação sobre amamentação para gestantes, manutenção da lactação em nutrizes e promoção do aleitamento materno para crianças internadas na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e Unidade de Cuidado Intermediário Neonatais.

E qual a quantidade de atendimentos?
  • Hospital São Paulo: 80 nascimentos por mês, e 4 recém-nascidos prematuros com muito baixo peso, (peso de nascimento menor de 1500 gramas) no ano.
  • Hospital Municipal Vereador Jose Storopolli: 180 nascimentos por mês, 25 recém-nascidos prematuros com muito baixo peso (peso de nascimento menor de 1500 gramas) no ano.
  • Hospital Estadual de Diadema: 250 nascimentos por mês, 50 recém-nascidos prematuros com muito baixo peso (peso de nascimento menor de 1500 gramas) no ano.
  • Hospital Geral de Pirajussara: 300 nascimentos mês, 80 recém-nascidos prematuros com muito baixo peso ao nascer (peso de nascimento menor de 1500 gramas) no ano.
Qual o objetivo deste projeto?
  • Atingir taxa de alta em aleitamento materno exclusivo maior do que 60% para recém-nascidos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.
  • Orientação, incentivo e auxílio à amamentação desde o nascimento, já na sala de parto.
  • Ordenha de alívio
  • Ordenha e fracionamento de leite materno, para todos os recém-nascidos internados (independente da idade gestacional).
  • Grupos de incentivo ao aleitamento materno
  • Para o futuro, o excedente de coleta será encaminhado ao banco de leite, para pasteurização e armazenamento e uso para Recém nascidos Impossibilitados de receber leite materno exclusivo de suas mães.

Qual a importância de estruturar os Postos de Coleta de Leite nessas unidades?

Nos casos de internação do recém-nascido em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal ou Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal o risco do desmame precoce é grande. Nesses casos, o Posto de Coleta de Leite Humano tem papel crucial para manutenção da lactação e promoção do aleitamento materno.

Que benefícios o aleitamento materno oferece?

O aleitamento materno promove a redução da mortalidade infantil, da morbimortalidade por doença respiratória e diarreia, das alergias, da obesidade e de doenças crônicas (ex. diabetes tipo I e II, hipertensão arterial, hipercolesterolemia). No caso de recém-nascidos prematuros de muito baixo peso também existem muitas vantagens de curto e longo prazo em alimentá-los com leite humano. Os benefícios do leite humano estão relacionados à melhora na defesa imunológica, na digestão e absorção de nutrientes, na função gastrintestinal, no desenvolvimento mental, além da promoção do bem-estar psicológico materno.

O leite humano melhora a tolerância alimentar e diminui a necessidade de nutrição parenteral.

Além disso, prematuros alimentados com leite humano têm menor risco de sepse, de enterocolite necrosante, de retinopatia da prematuridade grave, menor número de re-hospitalizações no primeiro ano de vida e maiores escores de neurodesenvolvimento. Na adolescência, os prematuros alimentados com leite humano têm menor frequência de síndrome metabólica, menor pressão arterial, menores níveis de lipoproteínas de baixa densidade e menos resistência a insulina.

Por esse motivo, o melhor alimento para o prematuro que é o leite cru da própria mãe.

Qual público poderá ser atendido com este projeto?

Orientação sobre amamentação para gestantes, manutenção da lactação em nutrizes e promoção do aleitamento materno para crianças internadas na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e Unidade de Cuidado Intermediário Neonatais.

E qual a quantidade de atendimentos?
  • Hospital São Paulo: 80 nascimentos por mês, e 4 recém-nascidos prematuros com muito baixo peso, (peso de nascimento menor de 1500 gramas) no ano.
  • Hospital Municipal Vereador Jose Storopolli: 180 nascimentos por mês, 25 recém-nascidos prematuros com muito baixo peso (peso de nascimento menor de 1500 gramas) no ano.
  • Hospital Estadual de Diadema: 250 nascimentos por mês, 50 recém-nascidos prematuros com muito baixo peso (peso de nascimento menor de 1500 gramas) no ano.
  • Hospital Geral de Pirajussara: 300 nascimentos mês, 80 recém-nascidos prematuros com muito baixo peso ao nascer (peso de nascimento menor de 1500 gramas) no ano.
Qual o objetivo deste projeto?
  • Atingir taxa de alta em aleitamento materno exclusivo maior do que 60% para recém-nascidos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.
  • Orientação, incentivo e auxílio à amamentação desde o nascimento, já na sala de parto.
  • Ordenha de alívio
  • Ordenha e fracionamento de leite materno, para todos os recém-nascidos internados (independente da idade gestacional).
  • Grupos de incentivo ao aleitamento materno
  • Para o futuro, o excedente de coleta será encaminhado ao banco de leite, para pasteurização e armazenamento e uso para Recém nascidos Impossibilitados de receber leite materno exclusivo de suas mães.

Projeto Nutrição de Crianças Prematuras

Projeto Nutrição de Crianças Prematuras

A prematuridade é um problema mundial e crescente de saúde pública e atualmente representa uma das principais causas de morbidade e mortalidade infantil.

Crianças nascidas prematuras apresentam risco de várias doenças, como os distúrbios do crescimento e atraso de desenvolvimento neuropsicomotor, além de maior risco para algumas doenças comuns nos dias atuais.

Dentre os distúrbios do crescimento destacam-se por um lado a desnutrição e a baixa estatura e, por outro, o sobrepeso, a obesidade e a síndrome metabólica.

O déficit de crescimento é observado logo nos primeiros dias de vida. Nesse momento, os profissionais de saúde buscam oferecer à criança um suporte nutricional semelhante ao que ela receberia se estivesse ainda no útero materno. Porém, as inúmeras doenças que podem surgir nessa etapa, limitam a oferta de nutrientes e, como resultado, grande parte das crianças prematuras têm crescimento abaixo do esperado quando recebem alta hospitalar. Elas sofrem aquilo que chamamos de restrição de crescimento extrauterino, que pode comprometer ainda mais seu crescimento e desenvolvimento futuros.

Se por um lado o crescimento pobre é uma das grandes preocupações das equipes de saúde, o crescimento acelerado dessas crianças também representa um risco e tem sido associado com a obesidade na idade adulta. Ser prematuro com déficit de crescimento na infância e tornar-se obeso aumenta o risco de síndrome metabólica e, consequentemente, de doenças cardiovasculares como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

De modo prático, a nutrição deve ser muito bem planejada durante a etapa de hospitalização e no pós alta. Essa medida ajuda a promover um crescimento adequado e a prevenir a obesidade – recomenda-se o uso de leite materno e na sua impossibilidade as fórmulas lácteas adequadas às necessidades dos prematuros.

As taxas de aleitamento materno em crianças prematuras são baixas na literatura científica, e não muito diferentes daquelas observadas em nosso serviço. Esses resultados podem ser atribuídos às limitações dos prematuros como imaturidade fisiológica e neurológica, períodos prolongados de sono, pouca força muscular, dificuldade de sucção e deglutição, entre outras questões, que tornam o aleitamento materno bastante desafiador.

Além disso, o estresse relacionado ao parto prematuro e à permanência da criança na UTI neonatal frequentemente comprometem a produção de leite. Os aspectos sociais envolvidos na questão do aleitamento de prematuros também não podem ser esquecidos, várias mães residem em regiões distantes do hospital e, como elas recebem alta  muito antes de seus bebês, que permanecem internados em média por 60 dias, essa distância dificulta o contato diário para amamentar.

Com o trabalho desenvolvido no Ambulatório de Prematuros da Unifesp ao longo dos anos, constatamos a necessidade de suporte social para as crianças e famílias, uma vez que grande parte dos prematuros atendidos são de famílias economicamente carentes. Entre as mais diversas demandas sociais, a alimentação no período após a alta hospitalar é considerado prioritário pelos profissionais de saúde, devido ao seu impacto no processo de crescimento e desenvolvimento dos prematuros e na dificuldade das famílias em subsidiar esse cuidado da criança.

Todos esses aspectos levavam as famílias a ofertar alimentos inadequados já nos primeiros meses de vida das crianças colocando-as em uma situação de vulnerabilidade nutricional. Foi nesse momento que o Insituto do Prematuro – Viver e Sorrir iniciou um programa de oferta de fórmulas lácteas para atender as crianças acompanhadas no Ambulatório de Prematuros.

Hoje o programa atua de duas formas – para aquelas crianças que recebem alta com aleitamento materno, as mães são estimuladas a mantê-lo o maior tempo possível e após a interrupção do aleitamento elas recebem as fórmulas lácteas por 1 ano. Para aquelas mães e crianças em que o aleitamento materno não foi possível, são doadas fómulas lácteas por 1 ano. Importante lembrar que o programa oferece qualquer tipo de fórmula independente do custo.

A prescrição é realizada considerando as necessidades da criança e estabelecida pela equipe que a acompanha em consultas mensais.

O programa contribuiu para atingir outros objetivos como a promoção do aleitamento materno, evitar a prevenção do uso de alimentos inadequados e a adesão ao acompanhamento ambulatorial.

Qual o custo mensal deste projeto?

Mensalmente são doadas 1250 latas de fórmulas lácteas que representam um valor aproximado de R$ 20.000,00.

A prematuridade é um problema mundial e crescente de saúde pública e atualmente representa uma das principais causas de morbidade e mortalidade infantil.

Crianças nascidas prematuras apresentam risco de várias doenças, como os distúrbios do crescimento e atraso de desenvolvimento neuropsicomotor, além de maior risco para algumas doenças comuns nos dias atuais.

Dentre os distúrbios do crescimento destacam-se por um lado a desnutrição e a baixa estatura e, por outro, o sobrepeso, a obesidade e a síndrome metabólica.

O déficit de crescimento é observado logo nos primeiros dias de vida. Nesse momento, os profissionais de saúde buscam oferecer à criança um suporte nutricional semelhante ao que ela receberia se estivesse ainda no útero materno. Porém, as inúmeras doenças que podem surgir nessa etapa, limitam a oferta de nutrientes e, como resultado, grande parte das crianças prematuras têm crescimento abaixo do esperado quando recebem alta hospitalar. Elas sofrem aquilo que chamamos de restrição de crescimento extrauterino, que pode comprometer ainda mais seu crescimento e desenvolvimento futuros.

Se por um lado o crescimento pobre é uma das grandes preocupações das equipes de saúde, o crescimento acelerado dessas crianças também representa um risco e tem sido associado com a obesidade na idade adulta. Ser prematuro com déficit de crescimento na infância e tornar-se obeso aumenta o risco de síndrome metabólica e, consequentemente, de doenças cardiovasculares como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.

De modo prático, a nutrição deve ser muito bem planejada durante a etapa de hospitalização e no pós alta. Essa medida ajuda a promover um crescimento

adequado e a prevenir a obesidade – recomenda-se o uso de leite materno e na sua impossibilidade as fórmulas lácteas adequadas às necessidades dos prematuros.

As taxas de aleitamento materno em crianças prematuras são baixas na literatura científica, e não muito diferentes daquelas observadas em nosso serviço. Esses resultados podem ser atribuídos às limitações dos prematuros como imaturidade fisiológica e neurológica, períodos prolongados de sono, pouca força muscular, dificuldade de sucção e deglutição, entre outras questões, que tornam o aleitamento materno bastante desafiador.

Além disso, o estresse relacionado ao parto prematuro e à permanência da criança na UTI neonatal frequentemente comprometem a produção de leite. Os aspectos sociais envolvidos na questão do aleitamento de prematuros também não podem ser esquecidos, várias mães residem em regiões distantes do hospital e, como elas recebem alta  muito antes de seus bebês, que permanecem internados em média por 60 dias, essa distância dificulta o contato diário para amamentar.

Com o trabalho desenvolvido no Ambulatório de Prematuros da Unifesp ao longo dos anos, constatamos a necessidade de suporte social para as crianças e famílias, uma vez que grande parte dos prematuros atendidos são de famílias economicamente carentes. Entre as mais diversas demandas sociais, a alimentação no período após a alta hospitalar é considerado prioritário pelos profissionais de saúde, devido ao seu impacto no processo de crescimento e desenvolvimento dos prematuros e na dificuldade das famílias em subsidiar esse cuidado da criança.

Todos esses aspectos levavam as famílias a ofertar alimentos inadequados já nos primeiros meses de vida das crianças colocando-as em uma situação de vulnerabilidade nutricional. Foi nesse momento que o Insituto do Prematuro – Viver e Sorrir iniciou um programa de oferta de fórmulas lácteas para atender as crianças acompanhadas no Ambulatório de Prematuros.

Hoje o programa atua de duas formas – para aquelas crianças que recebem alta com aleitamento materno, as mães são estimuladas a mantê-lo o maior tempo possível e após a interrupção do aleitamento elas recebem as fórmulas lácteas por 1 ano. Para aquelas mães e crianças em que o aleitamento materno não foi possível, são doadas fómulas lácteas por 1 ano. Importante lembrar que o programa oferece qualquer tipo de fórmula independente do custo.

A prescrição é realizada considerando as necessidades da criança e estabelecida pela equipe que a acompanha em consultas mensais.

O programa contribuiu para atingir outros objetivos como a promoção do aleitamento materno, evitar a prevenção do uso de alimentos inadequados e a adesão ao acompanhamento ambulatorial.

Qual o custo mensal deste projeto?

Mensalmente são doadas 1250 latas de fórmulas lácteas que representam um valor aproximado de R$ 20.000,00.